Por causa da morte do seu pai, Ravi Shankar, os shows da Norah Jones que aconteceriam em dezembro, no Brasil foram cancelados.
Em virtude disso e na falta de novos shows no horizonte, acredito que a Joss Stone tenha encerrado o ano de 2012 do blog. Veremos se vem alguma surpresa por aí e 2013 já está garantido com os shows do Lollapalooza. Se tudo der certo, Sónar e Rock in Rio aparecerão por aqui também. E quem mais vier se apresentar por aqui com boa música.
Até 2013... (no fundo, no fundo, estou esperando cair um show surpresa na minha frente daqui pro fim do ano... Tem muita água para rolar ainda...)
Um blog que representa nada mais que minha opinião pessoal sobre os tais shows que tanto vou... também uma forma de histórico de tanta energia trocada. Ao escrever e ler, as sensações de cada evento voltam!
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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Smash Mouth - 20/05/2012
Um show decepcionante em vários aspectos, terminando numa dos maiores desrespeitos que eu já vi em um show! Assim, infelizmente, foi o show do Smash Mouth.
Então me deixe listar o porquê de tanta decepção. Em primeiro lugar, o show estava vazio. Poucas vezes vi o Via Funchal tão vazio. Fiquei sabendo que a banda veio ao Brasil por causa de um festival que ocorreu no sul e aquela velha coisa, né? Vai tocar no Brasil, então aproveita e toca em São Paulo também. Mas não custava fazer alguma divulgação. Quem viu no letreiro, no site ou na bilheteria do Via Funchal comprou. Muita gente nem soube da apresentação. Noite fria de domingo também não ajudou.
Em segundo lugar, o som estava horrível! Muito mal equalizado. Só se ouvia bateria. Guitarra, baixo, teclado e vocais só lá no fundo! Porrada no ouvido.
Em terceiro lugar, o vocal do gordinho simpático Steven Harwell anda bem sofrível. Não sei se sempre foi assim, se nos discos a voz era tratada ou o que. Nunca tinha visto os caras antes, mas somando-se o péssimo som da apresentação, a voz dele parecia não atingir certas notas e desafinou várias vezes. Mas que ele é uma figura muito simpática, isso é! O baterista fazendo caras e bocas e rodando a baqueta também não ajudou!
Em quarto lugar, eu pessoalmente não curti o repertório. Cerca de 15 músicas e várias outras bem conhecidas ficaram de fora. Eles tentaram balancear todos os discos, mas na minha opinião não funcionou. Tocaram uma música nova de um CD que sairá em breve e segue a mesma linha da banda, que lançou o último disco em 2006. É preciso salientar que os covers funcionaram muito bem. Abaixo o setlist:
1) Everyday Superhero
2) Getaway Car
3) Can't Get Enough Of You Baby
4) Then The Morning Comes
5) Come On, Come On - vídeo abaixo
6) Diggin' Your Scene
7) Story of My Life
8) So Insane - vídeo abaixo
9) Always Gets Her Way
10) Flippin' Out
11) Walkin' on the Sun - vídeo abaixo
12) You Really Got Me (cover do The Kinks)
13) I'm A Believer (cover do The Monkees) (bis)
14) Let's Rock (bis)
15) All Star (bis)
Os pontos altos do show ficaram por conta de 'Then The Morning Comes', 'Walking on the Sun', 'I'm a Believer' e 'All Star'. Eu curti outras também, mas aí vai por gosto pessoal.
Em quinto lugar e o pior de tudo que poderia ter acontecido nesta noite foi a participação especial no fim do show. Participações especiais normalmente são legais. Um convidado, alguém de outra banda que abriu o show, um amigo. Qualquer coisa do gênero. De repente entra um cara e eu demorei alguns minutos até perceber que era o Chorão do Charlie Brown Jr. Entrou com aquela marra, fez alguns minutos de improvisação já na última música do show. Sabe quando a banda da aquela congelada na música e improvisa um pouco? Foi isso... Ele fez aquelas rimas, explicou que tinha tocado com a banda no dia anterior, que tinha adorado os caras, etc. A música voltou, ele fica no palco, entra na música na hora errada e literalmente fode o final do show. Calma, não acabou...
Fica fazendo aquelas rimas que só ele e os fãs da banda acham super inteligentes ("Eu sou de Santos e skate é minha alma. Quem gostou levanta a mão e bate palma!" Oi? Isso virou show de axé? Ele realmente pensa e escreve isso?) e manda que quem está ali de fato tem bom gosto musical. Ambos estávamos ali por gostar de Smash Mouth, mas não pegou bem ele avaliar o bom gosto musical das pessoas que ali estavam. Como fica metade da platéia que curtiu ele ali e a outra metade que xingava? Quem tem melhor gosto musical? Mas calma, tem mais...
Ao acabar a música, o guitarrista e o baixista do Charlie Brown Jr. assumem os instrumentos do Smash Mouth e junto com o tecladista e baterista (sob orientação do batera do Charlie Brown) da banda americana, tocam 3 músicas da banda de Santos com Chorão nos vocais e já no meio da platéia! Cara, eu não paguei para ver aquilo (e não paguei mesmo, pois ganhei ingresso da minha amiga Janaina - obrigado mais uma vez!!!) e achei uma baita falta de respeito. Por parte da banda brasileira que não teve o famoso e antigo "semancol" de sair dali e da banda americana que esqueceu de quem tinha ido até ali vê-los. Poderiam pelo menos ter tocado uma mais para encerrar o show.
Em defesa dos caras, o que eu posso dizer é que o Steven estava de fato se divertindo vendo os brasileiros tocar (dançando no palco e tomando uma cervejinha). E o Chorão em algum momento ficou de fato sem graça, pois segundo palavras dele "a gente veio aqui para ver vocês tocar e não para tocar para vocês". Mas enfim, alivia, mas não justifica tamanha falta de respeito. O Charlie Brown Jr. encerrou o show do Smash Mouth!
E para coroar minha frustração, morri com um ingresso grátis na mão, pois não achei NINGUÉM topando um show grátis num domingo de noite. Ainda bem que todos que recusaram não perderam grande coisa. Eu pulei, cantei junto e curti o que deu. Infelizmente ou felizmente continuo fã da banda e estou ouvindo eles desde que acordei. Espero que um dia veja um show melhor do Smash Mouth. Pelo menos eles parecem ter se divertido bastante...
Abaixo 3 vídeos do show de ontem, incluindo o maior sucesso deles. O som não está dos melhores como disse, mas... Para quem gosta, aí vai. Normalmente os vídeos vão na ordem do show, mas neste caso, a música mais conhecida vem primeiro.
- Walking on the Sun
- Come On, Come On
- So Insane
Então me deixe listar o porquê de tanta decepção. Em primeiro lugar, o show estava vazio. Poucas vezes vi o Via Funchal tão vazio. Fiquei sabendo que a banda veio ao Brasil por causa de um festival que ocorreu no sul e aquela velha coisa, né? Vai tocar no Brasil, então aproveita e toca em São Paulo também. Mas não custava fazer alguma divulgação. Quem viu no letreiro, no site ou na bilheteria do Via Funchal comprou. Muita gente nem soube da apresentação. Noite fria de domingo também não ajudou.
Em segundo lugar, o som estava horrível! Muito mal equalizado. Só se ouvia bateria. Guitarra, baixo, teclado e vocais só lá no fundo! Porrada no ouvido.
Em terceiro lugar, o vocal do gordinho simpático Steven Harwell anda bem sofrível. Não sei se sempre foi assim, se nos discos a voz era tratada ou o que. Nunca tinha visto os caras antes, mas somando-se o péssimo som da apresentação, a voz dele parecia não atingir certas notas e desafinou várias vezes. Mas que ele é uma figura muito simpática, isso é! O baterista fazendo caras e bocas e rodando a baqueta também não ajudou!
Em quarto lugar, eu pessoalmente não curti o repertório. Cerca de 15 músicas e várias outras bem conhecidas ficaram de fora. Eles tentaram balancear todos os discos, mas na minha opinião não funcionou. Tocaram uma música nova de um CD que sairá em breve e segue a mesma linha da banda, que lançou o último disco em 2006. É preciso salientar que os covers funcionaram muito bem. Abaixo o setlist:
1) Everyday Superhero
2) Getaway Car
3) Can't Get Enough Of You Baby
4) Then The Morning Comes
5) Come On, Come On - vídeo abaixo
6) Diggin' Your Scene
7) Story of My Life
8) So Insane - vídeo abaixo
9) Always Gets Her Way
10) Flippin' Out
11) Walkin' on the Sun - vídeo abaixo
12) You Really Got Me (cover do The Kinks)
13) I'm A Believer (cover do The Monkees) (bis)
14) Let's Rock (bis)
15) All Star (bis)
Os pontos altos do show ficaram por conta de 'Then The Morning Comes', 'Walking on the Sun', 'I'm a Believer' e 'All Star'. Eu curti outras também, mas aí vai por gosto pessoal.
Em quinto lugar e o pior de tudo que poderia ter acontecido nesta noite foi a participação especial no fim do show. Participações especiais normalmente são legais. Um convidado, alguém de outra banda que abriu o show, um amigo. Qualquer coisa do gênero. De repente entra um cara e eu demorei alguns minutos até perceber que era o Chorão do Charlie Brown Jr. Entrou com aquela marra, fez alguns minutos de improvisação já na última música do show. Sabe quando a banda da aquela congelada na música e improvisa um pouco? Foi isso... Ele fez aquelas rimas, explicou que tinha tocado com a banda no dia anterior, que tinha adorado os caras, etc. A música voltou, ele fica no palco, entra na música na hora errada e literalmente fode o final do show. Calma, não acabou...
Fica fazendo aquelas rimas que só ele e os fãs da banda acham super inteligentes ("Eu sou de Santos e skate é minha alma. Quem gostou levanta a mão e bate palma!" Oi? Isso virou show de axé? Ele realmente pensa e escreve isso?) e manda que quem está ali de fato tem bom gosto musical. Ambos estávamos ali por gostar de Smash Mouth, mas não pegou bem ele avaliar o bom gosto musical das pessoas que ali estavam. Como fica metade da platéia que curtiu ele ali e a outra metade que xingava? Quem tem melhor gosto musical? Mas calma, tem mais...
Ao acabar a música, o guitarrista e o baixista do Charlie Brown Jr. assumem os instrumentos do Smash Mouth e junto com o tecladista e baterista (sob orientação do batera do Charlie Brown) da banda americana, tocam 3 músicas da banda de Santos com Chorão nos vocais e já no meio da platéia! Cara, eu não paguei para ver aquilo (e não paguei mesmo, pois ganhei ingresso da minha amiga Janaina - obrigado mais uma vez!!!) e achei uma baita falta de respeito. Por parte da banda brasileira que não teve o famoso e antigo "semancol" de sair dali e da banda americana que esqueceu de quem tinha ido até ali vê-los. Poderiam pelo menos ter tocado uma mais para encerrar o show.
Em defesa dos caras, o que eu posso dizer é que o Steven estava de fato se divertindo vendo os brasileiros tocar (dançando no palco e tomando uma cervejinha). E o Chorão em algum momento ficou de fato sem graça, pois segundo palavras dele "a gente veio aqui para ver vocês tocar e não para tocar para vocês". Mas enfim, alivia, mas não justifica tamanha falta de respeito. O Charlie Brown Jr. encerrou o show do Smash Mouth!
E para coroar minha frustração, morri com um ingresso grátis na mão, pois não achei NINGUÉM topando um show grátis num domingo de noite. Ainda bem que todos que recusaram não perderam grande coisa. Eu pulei, cantei junto e curti o que deu. Infelizmente ou felizmente continuo fã da banda e estou ouvindo eles desde que acordei. Espero que um dia veja um show melhor do Smash Mouth. Pelo menos eles parecem ter se divertido bastante...
Abaixo 3 vídeos do show de ontem, incluindo o maior sucesso deles. O som não está dos melhores como disse, mas... Para quem gosta, aí vai. Normalmente os vídeos vão na ordem do show, mas neste caso, a música mais conhecida vem primeiro.
- Walking on the Sun
- Come On, Come On
- So Insane
sexta-feira, 30 de março de 2012
Joe Cocker - 29/03/2012
Joe Cocker é um monstro da música! Disso sabemos... Eu esperava muito do show? Não muito... Alguns clássicos, mas será que o show dele presta depois de tantos anos? Minha opinião: PRESTA E MUITO! Mesclando os hits, as músicas swingadas e os clássicos românticos (sim, os românticos também tem vez no show dele), Joe Cocker fez exata uma hora e meia de show e valeu muito.
Eu reforço cada vez mais minha simpatia pelo Via Funchal. Estacionamento fácil (mesmo caro - R$ 20,00 por carro - mas que não chega aos R$ 30/50 e até R$ 80,00 que pedem para estacionar na rua em outras casas de show), entrada fácil, compra de bebida sem confusão e os degraus para ver o show com mais conforto (muito válido para os baixinhos como eu). E não menos importante, muito respeito ao público com shows que começam na hora marcada.
O show na sua introdução, Otavio (amigo, advogado, blueseiro e companhia deste show) me pergunta: será que ele começa com 'Feelin Alright'? Eu pensei comigo, "acho que será a segunda música". Começa o show... E o setlist foi:
1) Hitchcock Railway
2) Feelin' Alright (cover do Traffic)
3) The Letter (cover do The Box Tops)
4) When The Night Comes
5) Up Where We Belong
6) You Are So Beautiful (cover do Billy Preston)
7) Hard Knocks
8) Come Together (cover dos Beatles)
9) You Can Leave Your Hat On (cover do Randy Newman)
10) Unchain My Heart (cover do Ray Charles)
11) With a Little Help from My Friends (cover dos Beatles)
12) Shelter Me (bis 1)
13) She Came in Through the Bathroom Window (cover dos Beatles) (bis 1)
14) Cry Me a River (cover da Ella Fitzgerald) (bis 1)
15) High Time We Went (bis 2)
16) Long as I Can See the Light (bis 2)
Show começa só no swing com 'Hitchcock Railway'. Sentimos ao que viemos com swing e tivemos a primeira visão da diva do show, a baixista (que não consegui achar o nome). A segunda música mostra como eu tava certo e como eu sou mirim. 'Feelin Alright' começou e eu pensei comigo, "hmmm, eu estava certo". Mas aí veio o lance mais mirim desde a criação deste blog: saquei a câmera rapidamente, peguei a música ainda no comecinho e comecei a gravar. E sem bateria, a máquina cortou a gravação no meio e me deixou bem puto (tá aprendido e acredito que não cometerei tal erro novamente). Fato é que peço já desculpas por não ter o vídeo completo abaixo e nem fotos com a qualidade que deveriam, mas filmei mais da metade da música e consegui curtir também um pouco a música. E eu adoro essa música: pela música, pelos trejeitos do Joe Cocker cantando essa música que sempre são hilários e por me lembrar de uma passagem do Saturday Night Live em que o John Belushi sacaneia estes mesmos trejeitos (veja aqui, mas não deixe de ver. Obrigado Otavio por me apresentar esse quadro).
O show continua e entramos na parte romântica da balada. 'Up Where We Belong' e 'You Are So Beautiful' fizeram todo mundo cantar junto, os casais se pegarem horrores, deixaram o Otavio chateado pelo fato de sua esposa não ter ido e eu me sentindo um peixe fora d'água. Mas incrível ambas interpretações! Principalmente de 'Up Where We Belong' na minha opinião, pois não ouvia essa música há muito tempo. Muito bom voltar a ouví-la desta maneira.
De repente uma surpresa, pelo menos pra mim, com o primeiro de 3 covers dos Beatles, com 'Come Together'. Todo mundo junto! Na sequência 'You Can Leave Your Hat On' e a mulherada toda simulando que iria tirar a roupa (poderia dizer que esta foi a melhor parte do show, mas ficou no TOP 3). CLÁSSICO! Impressionante como a música remete logo ao ato de tirar a roupa de maneira provocante. Rs
Vem 'Unchain My Heart', seguramente o hit mais pop dele! E neste momento estou lembrando do show do Stevie Wonder, recordando como um show pode ser bom por mandar uma poderosa sequência de músicas incríveis. E mais uma vez um monstro da música estava me proporcionando isso. Mas o show só termina quando acaba e esse nunca acabaria sem 'With a Little Help From My Friends'! Clássico dos Beatles. Clássico na voz de Joe Cocker que não fez apenas uma versão, mas sim reinventou a música, dando ela vida própria e polêmicas a parte, quem sabe muito melhor que a versão original (para mim sim, melhor que a versão original).
Nesta música deu para ouvir a banda toda! Completa! As backing vocals! O baixo da diva do show! E a potência da voz do mestre, que cada vez que arranhava aquela garganta, levava o público todo ao delírio com aplausos no meio das músicas.
O show seguiu com dois bis, mais um cover dos Beatles, mas vamos combinar que se tivesse terminado antes do bis, iríamos achar pouco, mas nossas almas estariam saciadas por ouvir as interpretações tão bem realizadas por ele, Joe Cocker! Valeu! E mais uma vez fui muito bem surpreendido por um show. Que assim siga sendo!
Tá aí o vídeo incompleto de 'Feelin Alright' e por isso peço desculpas mais uma vez! Não voltará a se repetir! E que venha o Lollapalooza.
Eu reforço cada vez mais minha simpatia pelo Via Funchal. Estacionamento fácil (mesmo caro - R$ 20,00 por carro - mas que não chega aos R$ 30/50 e até R$ 80,00 que pedem para estacionar na rua em outras casas de show), entrada fácil, compra de bebida sem confusão e os degraus para ver o show com mais conforto (muito válido para os baixinhos como eu). E não menos importante, muito respeito ao público com shows que começam na hora marcada.
O show na sua introdução, Otavio (amigo, advogado, blueseiro e companhia deste show) me pergunta: será que ele começa com 'Feelin Alright'? Eu pensei comigo, "acho que será a segunda música". Começa o show... E o setlist foi:
1) Hitchcock Railway
2) Feelin' Alright (cover do Traffic)
3) The Letter (cover do The Box Tops)
4) When The Night Comes
5) Up Where We Belong
6) You Are So Beautiful (cover do Billy Preston)
7) Hard Knocks
8) Come Together (cover dos Beatles)
9) You Can Leave Your Hat On (cover do Randy Newman)
10) Unchain My Heart (cover do Ray Charles)
11) With a Little Help from My Friends (cover dos Beatles)
12) Shelter Me (bis 1)
13) She Came in Through the Bathroom Window (cover dos Beatles) (bis 1)
14) Cry Me a River (cover da Ella Fitzgerald) (bis 1)
15) High Time We Went (bis 2)
16) Long as I Can See the Light (bis 2)
Show começa só no swing com 'Hitchcock Railway'. Sentimos ao que viemos com swing e tivemos a primeira visão da diva do show, a baixista (que não consegui achar o nome). A segunda música mostra como eu tava certo e como eu sou mirim. 'Feelin Alright' começou e eu pensei comigo, "hmmm, eu estava certo". Mas aí veio o lance mais mirim desde a criação deste blog: saquei a câmera rapidamente, peguei a música ainda no comecinho e comecei a gravar. E sem bateria, a máquina cortou a gravação no meio e me deixou bem puto (tá aprendido e acredito que não cometerei tal erro novamente). Fato é que peço já desculpas por não ter o vídeo completo abaixo e nem fotos com a qualidade que deveriam, mas filmei mais da metade da música e consegui curtir também um pouco a música. E eu adoro essa música: pela música, pelos trejeitos do Joe Cocker cantando essa música que sempre são hilários e por me lembrar de uma passagem do Saturday Night Live em que o John Belushi sacaneia estes mesmos trejeitos (veja aqui, mas não deixe de ver. Obrigado Otavio por me apresentar esse quadro).
O show continua e entramos na parte romântica da balada. 'Up Where We Belong' e 'You Are So Beautiful' fizeram todo mundo cantar junto, os casais se pegarem horrores, deixaram o Otavio chateado pelo fato de sua esposa não ter ido e eu me sentindo um peixe fora d'água. Mas incrível ambas interpretações! Principalmente de 'Up Where We Belong' na minha opinião, pois não ouvia essa música há muito tempo. Muito bom voltar a ouví-la desta maneira.
De repente uma surpresa, pelo menos pra mim, com o primeiro de 3 covers dos Beatles, com 'Come Together'. Todo mundo junto! Na sequência 'You Can Leave Your Hat On' e a mulherada toda simulando que iria tirar a roupa (poderia dizer que esta foi a melhor parte do show, mas ficou no TOP 3). CLÁSSICO! Impressionante como a música remete logo ao ato de tirar a roupa de maneira provocante. Rs
Vem 'Unchain My Heart', seguramente o hit mais pop dele! E neste momento estou lembrando do show do Stevie Wonder, recordando como um show pode ser bom por mandar uma poderosa sequência de músicas incríveis. E mais uma vez um monstro da música estava me proporcionando isso. Mas o show só termina quando acaba e esse nunca acabaria sem 'With a Little Help From My Friends'! Clássico dos Beatles. Clássico na voz de Joe Cocker que não fez apenas uma versão, mas sim reinventou a música, dando ela vida própria e polêmicas a parte, quem sabe muito melhor que a versão original (para mim sim, melhor que a versão original).
Nesta música deu para ouvir a banda toda! Completa! As backing vocals! O baixo da diva do show! E a potência da voz do mestre, que cada vez que arranhava aquela garganta, levava o público todo ao delírio com aplausos no meio das músicas.
O show seguiu com dois bis, mais um cover dos Beatles, mas vamos combinar que se tivesse terminado antes do bis, iríamos achar pouco, mas nossas almas estariam saciadas por ouvir as interpretações tão bem realizadas por ele, Joe Cocker! Valeu! E mais uma vez fui muito bem surpreendido por um show. Que assim siga sendo!
Tá aí o vídeo incompleto de 'Feelin Alright' e por isso peço desculpas mais uma vez! Não voltará a se repetir! E que venha o Lollapalooza.
quarta-feira, 14 de março de 2012
The Sisters of Mercy - 10/03/2012
Tudo bem que este não foi o primeiro show do ano, mas neste show deu para sentir que voltamos aos shows em 2012! E o show de número de 173 que ficou em stand by muito tempo foi confirmado quando soube que o grande Ed (esse sim!) de Brasília viria para São Paulo para o show do dia 11/03/2012 (desse eu falo no próximo post) e que por isso ia aproveitar para ver o Sisters of Mercy dia 10. Logo, se eu não tinha certeza se ia, assim que voltei para São Paulo, fui no Via Funchal comprar o ingresso (quando garanti já também ingresso pro show do Joe Cocker).
Mas enfim, Sisters of Mercy! Confesso, nunca fui e ainda não sou um grande conhecedor. Mas o pouco que conheço eu curto e como sou meio curioso, estava animado para o show. Banda inglesa de rock gótico formada em 1980, clássico não faltava para a banda. Mas na opinião geral e inclusive na minha, que se conheço pouco, o pouco que conheço são clássicos, faltaram muitos clássicos no setlist, que foi:
1) Kiss the Carpet
2) Ribbons
3) Doctor Jeep / Detonation Boulevard
4) Crash and Burn
5) Alice
6) Amphetamine Logic
7) Arms
8) Dominion / Mother Russia
9) Summer
10) On the Wire
11) Gift That Shines (cover do Red Lorry Yellow Lorry)
12) First and Last and Always
13) This Corrosion
14) Pipeline (cover do The Chantays)
15) More
16) Flood II
17) Something Fast (bis 1)
18) Lucretia My Reflection (bis 1)
19) Rain From Heaven (bis 2)
20) Temple of Love (bis 2)
21) Vision Thing (bis 2)
Então lá fomos nós: eu, Ed e Roger (baterista da banda do meu cunhado e o mais novo brother viciado em shows que conheci. Chegando lá ainda encontrei o Rodrigo, roqueiro que conheci há pouco tempo e que me fez companhia durante o show). E eu, na minha santa inocência achando que nada começaria na hora saí atrasado de casa e quando entramos, a banda já estava terminando a primeira música (afinal de contas, nenhuma delas é muito longa mesmo).
Visual irado! Palco escuro, poucas luzes coloridas e muita fumaça. A sombra do vocal e das duas guitarras estava fácil de ver. Do DJ (com seus três Apple na mesa) não dava para ver muita coisa. Tirando isso, o show teve alguns sérios problemas: além do repertório fraco que citei anteriormente (que levou a pouquíssimos momentos de vibração por partes das figurinhas estranhas que circulam em um show desses. Preconceitos a parte, ver os trajes góticos da platéia é sempre uma diversão), o show em si foi morno. Atrapalhou ainda mais a péssima equalização do som (eu na pista normal e o Ed e o Roger na pista premium passamos o show todo sem ouvir direito o vocal... Salvo nos momentos em que o vocal eram gritos).
Fora isso, as músicas muito bem tocadas, quase sem intervalo entre uma e outra. Guitarras distorcidas no talo e os backing vocals mandando muito (pena que mais altos que o próprio vocal). E assim fomos até o fim do show: de olho no palco com visual incrível, sendo atingido por aquela pancada de som, mas sem empolgar muito.
Mas para dizer que não empolgou nada, abaixo o vídeo da banda tocando 'Amphetamine Logic'.
PS: o hambúrguer pós show foi na Lanchonete da Cidade, já que o Butcher's Market insiste em encerrar a cozinha a meia-noite (e o sanduíche ingerido foi o Cooper. Amarelinho pelo Ed. Tropicalia pelo Roger).
Mas enfim, Sisters of Mercy! Confesso, nunca fui e ainda não sou um grande conhecedor. Mas o pouco que conheço eu curto e como sou meio curioso, estava animado para o show. Banda inglesa de rock gótico formada em 1980, clássico não faltava para a banda. Mas na opinião geral e inclusive na minha, que se conheço pouco, o pouco que conheço são clássicos, faltaram muitos clássicos no setlist, que foi:
1) Kiss the Carpet
2) Ribbons
3) Doctor Jeep / Detonation Boulevard
4) Crash and Burn
5) Alice
6) Amphetamine Logic
7) Arms
8) Dominion / Mother Russia
9) Summer
10) On the Wire
11) Gift That Shines (cover do Red Lorry Yellow Lorry)
12) First and Last and Always
13) This Corrosion
14) Pipeline (cover do The Chantays)
15) More
16) Flood II
17) Something Fast (bis 1)
18) Lucretia My Reflection (bis 1)
19) Rain From Heaven (bis 2)
20) Temple of Love (bis 2)
21) Vision Thing (bis 2)
Então lá fomos nós: eu, Ed e Roger (baterista da banda do meu cunhado e o mais novo brother viciado em shows que conheci. Chegando lá ainda encontrei o Rodrigo, roqueiro que conheci há pouco tempo e que me fez companhia durante o show). E eu, na minha santa inocência achando que nada começaria na hora saí atrasado de casa e quando entramos, a banda já estava terminando a primeira música (afinal de contas, nenhuma delas é muito longa mesmo).
Visual irado! Palco escuro, poucas luzes coloridas e muita fumaça. A sombra do vocal e das duas guitarras estava fácil de ver. Do DJ (com seus três Apple na mesa) não dava para ver muita coisa. Tirando isso, o show teve alguns sérios problemas: além do repertório fraco que citei anteriormente (que levou a pouquíssimos momentos de vibração por partes das figurinhas estranhas que circulam em um show desses. Preconceitos a parte, ver os trajes góticos da platéia é sempre uma diversão), o show em si foi morno. Atrapalhou ainda mais a péssima equalização do som (eu na pista normal e o Ed e o Roger na pista premium passamos o show todo sem ouvir direito o vocal... Salvo nos momentos em que o vocal eram gritos).
Fora isso, as músicas muito bem tocadas, quase sem intervalo entre uma e outra. Guitarras distorcidas no talo e os backing vocals mandando muito (pena que mais altos que o próprio vocal). E assim fomos até o fim do show: de olho no palco com visual incrível, sendo atingido por aquela pancada de som, mas sem empolgar muito.
Mas para dizer que não empolgou nada, abaixo o vídeo da banda tocando 'Amphetamine Logic'.
PS: o hambúrguer pós show foi na Lanchonete da Cidade, já que o Butcher's Market insiste em encerrar a cozinha a meia-noite (e o sanduíche ingerido foi o Cooper. Amarelinho pelo Ed. Tropicalia pelo Roger).
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
2006
Estou de folga dos shows... Ou eles de mim... E como o bichinho que me faz querer escrever continua me rondando, voltamos a retrospectiva de shows da vida (e confesso que também não vejo a hora de terminar essa para falar de outros temas mais sérios voltados ao mundo música e shows... Mas eu começo por objetivos e depois vamos brincando)
2006 foi um ano de shows importantes! Não muitos, mas expressivos...
O ano começou em fevereiro com o show do U2! O meu primeiro deles! Mas o show em si não começou antes de uma senhora bagunça e confusão para compra dos ingressos. Filas gigas e um dia inteiro de espera! Eu passei na hora do almoço pela fila para apoiar os amigos que lá estavam e sem sucesso! Acabei comprando o meu depois por um preço muito mais caro (sim, sou da filosofia do mínimo esforço e dinheiro foi feito para gastar). Assim, comprei o meu e do meu primo Victor que veio de Fortaleza especialmente para ver o show, de cadeira coberta vermelha, no Morumbi. E assim pude ver o show ao lado de Malu Mader, Gisiele Itie e Juliana Paes! Que beleza!
Além do Victor (o primo), foram também Ana e Emily, que foram de pista, mas seguramente doidas pela banda (pensando bem, a Ana com certeza, mas a Emily não tenho certeza se era doida por U2). Abertura do Franz Ferdinand que fez um show animal! Tinha acabado de copiar o CD e adorava. Foram prejudicados por tocar no palco do U2, logo com um show bem baixo (volume... pecado mortal em shows, na minha opinião). O U2 entra no palco ao som de Wake Up do Arcade Fire...bom (ótimo) sinal! E o que eu lembro é que foi um baita show! A assinatura básica do palco que faz a diferença, repertório cheio de hits e a simpatia do Bono com a platéia (inclusive chamando uma mulher ao palco e cantando uma música para ela). Valeu o preço mais caro!
Em março um dos melhores shows da minha vida. Na época, o Terra que fazia eventos chamados Planeta Terra em vez do festival de um dia, trouxe o Jamiroquai! O melhor que já vi deles seguramente. O show, no Credicard Hall, com todos os hits e dançante até! MEGA BALADA! E balada com os amigos é sempre melhor (vieram 6 de Brasília - Lemos, Luis, Sergio e mais um que esqueci o nome, Guilherme e Ed - que ficaram hospedados no meu apartamento na Vila Mariana, dormindo no chão mesmo, porque não cabia todo mundo... E ainda foi a amiga de SP Amanda e Keka e Zeca, os primos...). Resumindo, FOI FODA! Me acabei de dançar numa das melhores baladas da minha vida com grandes amigos... FODA!
Em maio continuou a brincadeira com o Skol Beats (festival de música eletrônica) num frio do caralho! De novo amigos de São Paulo na área (se não me engano Guilherme, Matheus, Fabio e Ana). De tanto andar de uma tenda para outra, não vi quase nada. Mas foi nesta edição que vi o LCD Soundsystem e o Prodidy! O LCD conhecia pouco e gostei muito do show! O show Prodigy foi animal, apesar do aperto que estava no Anhembi (já disse que odeio show nesse lugar?). O som deles é muito pesado e os vocalistas deixam a galera com medo até... Veria de novo fácil!Depois de uma pausa, os trabalhos voltaram em outubro com Daft Punk no Tom Brasil. O Matheus veio de Brasília para ver o show. Ingresso sobrando, bora Doca? Bora... Outro show muito divertido! Pela música (que conhecia uma) e pela figura dos DJ's vestidos de robô tocando para a galera... Baixei um bocado de música deles depois do show e isso normalmente é sinal de que curti! Iluminação também deixa o show incrível...
2006 fecharia em grande estilo e de novo num golpe de sorte! Em novembro o New Order veio tocar em São Paulo (dia 03 de dezembro de 2011 tocam de novo, para quem quiser ver!) e eu dei mole e não comprei o ingresso! Mas um dia antes, Keka (a prima) desistiu de ir porque estava com uma das doenças dela que só ela tem e ninguém sabe o que é. Resumo, o ingresso sobrou na minha mão! E fomos lá com Daguito e Zeca, o primo! Achei o show morno, mas mais pela platéia que pela banda. Tava lotado e tudo bem mais ou menos... Vou ver se vou este ano de novo para apagar (ou piorar) a má impressão...
Apesar de shows bons, o único que tenho tentado repetir insistentemente, mas até agora sem sucesso é o Jamiroquai. Mas vou continuar indo até ver outro show daqueles! FOI FODA!
2006 foi um ano de shows importantes! Não muitos, mas expressivos...
O ano começou em fevereiro com o show do U2! O meu primeiro deles! Mas o show em si não começou antes de uma senhora bagunça e confusão para compra dos ingressos. Filas gigas e um dia inteiro de espera! Eu passei na hora do almoço pela fila para apoiar os amigos que lá estavam e sem sucesso! Acabei comprando o meu depois por um preço muito mais caro (sim, sou da filosofia do mínimo esforço e dinheiro foi feito para gastar). Assim, comprei o meu e do meu primo Victor que veio de Fortaleza especialmente para ver o show, de cadeira coberta vermelha, no Morumbi. E assim pude ver o show ao lado de Malu Mader, Gisiele Itie e Juliana Paes! Que beleza!
Além do Victor (o primo), foram também Ana e Emily, que foram de pista, mas seguramente doidas pela banda (pensando bem, a Ana com certeza, mas a Emily não tenho certeza se era doida por U2). Abertura do Franz Ferdinand que fez um show animal! Tinha acabado de copiar o CD e adorava. Foram prejudicados por tocar no palco do U2, logo com um show bem baixo (volume... pecado mortal em shows, na minha opinião). O U2 entra no palco ao som de Wake Up do Arcade Fire...bom (ótimo) sinal! E o que eu lembro é que foi um baita show! A assinatura básica do palco que faz a diferença, repertório cheio de hits e a simpatia do Bono com a platéia (inclusive chamando uma mulher ao palco e cantando uma música para ela). Valeu o preço mais caro!
Em março um dos melhores shows da minha vida. Na época, o Terra que fazia eventos chamados Planeta Terra em vez do festival de um dia, trouxe o Jamiroquai! O melhor que já vi deles seguramente. O show, no Credicard Hall, com todos os hits e dançante até! MEGA BALADA! E balada com os amigos é sempre melhor (vieram 6 de Brasília - Lemos, Luis, Sergio e mais um que esqueci o nome, Guilherme e Ed - que ficaram hospedados no meu apartamento na Vila Mariana, dormindo no chão mesmo, porque não cabia todo mundo... E ainda foi a amiga de SP Amanda e Keka e Zeca, os primos...). Resumindo, FOI FODA! Me acabei de dançar numa das melhores baladas da minha vida com grandes amigos... FODA!
Em maio continuou a brincadeira com o Skol Beats (festival de música eletrônica) num frio do caralho! De novo amigos de São Paulo na área (se não me engano Guilherme, Matheus, Fabio e Ana). De tanto andar de uma tenda para outra, não vi quase nada. Mas foi nesta edição que vi o LCD Soundsystem e o Prodidy! O LCD conhecia pouco e gostei muito do show! O show Prodigy foi animal, apesar do aperto que estava no Anhembi (já disse que odeio show nesse lugar?). O som deles é muito pesado e os vocalistas deixam a galera com medo até... Veria de novo fácil!Depois de uma pausa, os trabalhos voltaram em outubro com Daft Punk no Tom Brasil. O Matheus veio de Brasília para ver o show. Ingresso sobrando, bora Doca? Bora... Outro show muito divertido! Pela música (que conhecia uma) e pela figura dos DJ's vestidos de robô tocando para a galera... Baixei um bocado de música deles depois do show e isso normalmente é sinal de que curti! Iluminação também deixa o show incrível...
2006 fecharia em grande estilo e de novo num golpe de sorte! Em novembro o New Order veio tocar em São Paulo (dia 03 de dezembro de 2011 tocam de novo, para quem quiser ver!) e eu dei mole e não comprei o ingresso! Mas um dia antes, Keka (a prima) desistiu de ir porque estava com uma das doenças dela que só ela tem e ninguém sabe o que é. Resumo, o ingresso sobrou na minha mão! E fomos lá com Daguito e Zeca, o primo! Achei o show morno, mas mais pela platéia que pela banda. Tava lotado e tudo bem mais ou menos... Vou ver se vou este ano de novo para apagar (ou piorar) a má impressão...
Apesar de shows bons, o único que tenho tentado repetir insistentemente, mas até agora sem sucesso é o Jamiroquai. Mas vou continuar indo até ver outro show daqueles! FOI FODA!
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sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Bad Religion - 13/10/2010
Sabe aquela coisa de se sentir adolescente de novo ou pelo menos lembrar de coisas boas daquela época quando você ouve uma música deste período da vida? Então, foi assim que me senti ontem no show do Bad Religion: De Volta a Minha Adolescência! (este é o nome extra oficial do post)
E vejam bem! Nada de negativo nisso! Muito pelo contrário! Energia, animação, poucas preocupações, diversão! Tem coisa melhor? E de onde vem isso: da música, da energia que ela traz, das lembranças da época em que você ouvia aquilo todo dia e de ver caras que formaram uma banda em 1979 ainda tocando, pulando e se empolgando a cada música que tocam! Confesso: quero ficar tiozinho que nem aqueles caras.
E show de banda antiga e boa é assim: público variado! Tinha pai com filho, casais, adolescentes, coroas, doidões! E tudo na paz! Em um post que publiquei aqui (A Saga das Duas Palhetas), o autor do texto, meu camarada Francisco Chaves, disse que não há fã como o metaleiro. Eu concordo, mas deixo mais abrangente esta afirmação dizendo que o fã do rock em geral (metal, punk, etc.) normalmente é o mais entusiasta. A energia deste público variado de ontem, que descrevi acima, era contagiante! Impossível não querer pular junto!
O setlist de ontem foi (CHEIO DE HITS):
- Resist Stance
- Social Suicide
- 21st Century (Digital Boy)
- Los Angeles Is Burning
- Wrong Way Kids
- Overture
- Sinister Rouge
- I Want To Conquer The World
- Come Join Us
- New Dark Ages
- Atomic Garden
- Before You Die
- Recipe For Hate
- Do What You Want
- You
- Modern Man
- Generator
- The Defense
- Let Them Eat War
- No Control
- Anesthesia
- Along the Way
- Fuck Armageddon... This Is Hell
- American Jesus (bis)
- Infected (bis)
- Sorrow (bis)
Sim, 26 músicas! Mas não se engane! Isso era um show de punk! Logo, 1 hora e 25 minutos para tocar tudo! Aí você pensa: que merda! Baita show curto! E eu concordo! Mas não por insatisfação daquela 1 hora e 25 minutos! Mas sim porque eu queria muito mais! O show inteiro foi bem cansativo por si só (e eu to dizendo fisicamente)! Tipo você ter dor de cabeça (e perder a voz) por cantar (ou berrar seria melhor) todas as músicas com a banda...
Eu, na minha sempre posição confortável, vendo o show, tirando foto, filmando, pulando, batendo cabeça, tocando minha sinfonia de air guitar e air drumms! Meu amigo PH Nunzio resolveu buscar a energia da adolescência e não só curtiu tudo, como foi pra grade! Voltou pingando...literalmente!
Esqueci, mas volto aqui para citar momento incrível do show, quando um cara segurando uma camiseta com alguma mensagem foi chamado ao palco. A camiseta dizia: PLEASE, LET ME SING MODERN MAN! Chamado ao palco, foi colocado em votação o que a platéia prefiria: nosso amigo William (chamado pelo vocalista da banda de Willer) ou Greg Graffin (vocalista da banda) cantando a tal música. Ganhou o fã, que cantou muito (não necessariamente bem!). E a platéia enlouquecida foi com ele... Momento para se guardar na memória!
E eu por pouco não fui neste show! Comprei o ingresso na hora! Me lembrei depois do ingresso comprado que este seria o show de número 150! E acho que tal marca não poderia ter sido alcançada em melhor forma!
Já falei isso de outros shows, mas este se encaixa naquele grupo: sabe aquele show que você poderia/deveria ir a um pelo menos uma vez por semana? Este é um daqueles casos... PORRA, É MUITA ENERGIA BOA! Pra quem gosta, claro...
E foi bom demais voltar a me sentir adolescente (pena que o corpo já não se sente assim também! Rs)...
E para provar tudo isso, o primeiro show que ganha dois vídeos feitos no mesmo show! Divirtam-se!
E vejam bem! Nada de negativo nisso! Muito pelo contrário! Energia, animação, poucas preocupações, diversão! Tem coisa melhor? E de onde vem isso: da música, da energia que ela traz, das lembranças da época em que você ouvia aquilo todo dia e de ver caras que formaram uma banda em 1979 ainda tocando, pulando e se empolgando a cada música que tocam! Confesso: quero ficar tiozinho que nem aqueles caras.
E show de banda antiga e boa é assim: público variado! Tinha pai com filho, casais, adolescentes, coroas, doidões! E tudo na paz! Em um post que publiquei aqui (A Saga das Duas Palhetas), o autor do texto, meu camarada Francisco Chaves, disse que não há fã como o metaleiro. Eu concordo, mas deixo mais abrangente esta afirmação dizendo que o fã do rock em geral (metal, punk, etc.) normalmente é o mais entusiasta. A energia deste público variado de ontem, que descrevi acima, era contagiante! Impossível não querer pular junto!
O setlist de ontem foi (CHEIO DE HITS):
- Resist Stance
- Social Suicide
- 21st Century (Digital Boy)
- Los Angeles Is Burning
- Wrong Way Kids
- Overture
- Sinister Rouge
- I Want To Conquer The World
- Come Join Us
- New Dark Ages
- Atomic Garden
- Before You Die
- Recipe For Hate
- Do What You Want
- You
- Modern Man
- Generator
- The Defense
- Let Them Eat War
- No Control
- Anesthesia
- Along the Way
- Fuck Armageddon... This Is Hell
- American Jesus (bis)
- Infected (bis)
- Sorrow (bis)
Sim, 26 músicas! Mas não se engane! Isso era um show de punk! Logo, 1 hora e 25 minutos para tocar tudo! Aí você pensa: que merda! Baita show curto! E eu concordo! Mas não por insatisfação daquela 1 hora e 25 minutos! Mas sim porque eu queria muito mais! O show inteiro foi bem cansativo por si só (e eu to dizendo fisicamente)! Tipo você ter dor de cabeça (e perder a voz) por cantar (ou berrar seria melhor) todas as músicas com a banda...
Eu, na minha sempre posição confortável, vendo o show, tirando foto, filmando, pulando, batendo cabeça, tocando minha sinfonia de air guitar e air drumms! Meu amigo PH Nunzio resolveu buscar a energia da adolescência e não só curtiu tudo, como foi pra grade! Voltou pingando...literalmente!
Esqueci, mas volto aqui para citar momento incrível do show, quando um cara segurando uma camiseta com alguma mensagem foi chamado ao palco. A camiseta dizia: PLEASE, LET ME SING MODERN MAN! Chamado ao palco, foi colocado em votação o que a platéia prefiria: nosso amigo William (chamado pelo vocalista da banda de Willer) ou Greg Graffin (vocalista da banda) cantando a tal música. Ganhou o fã, que cantou muito (não necessariamente bem!). E a platéia enlouquecida foi com ele... Momento para se guardar na memória!
E eu por pouco não fui neste show! Comprei o ingresso na hora! Me lembrei depois do ingresso comprado que este seria o show de número 150! E acho que tal marca não poderia ter sido alcançada em melhor forma!
Já falei isso de outros shows, mas este se encaixa naquele grupo: sabe aquele show que você poderia/deveria ir a um pelo menos uma vez por semana? Este é um daqueles casos... PORRA, É MUITA ENERGIA BOA! Pra quem gosta, claro...
E foi bom demais voltar a me sentir adolescente (pena que o corpo já não se sente assim também! Rs)...
E para provar tudo isso, o primeiro show que ganha dois vídeos feitos no mesmo show! Divirtam-se!
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Gotan Project - 10/09/2011
Primeiro de tudo neste post: obrigado Janaina Menegatti pelo convite! Sim, o 143o show da vida foi sem custo graças ao convite da amiga supra citada.
O convite veio naquelas: você que agora tem um blog de show não quer ir comigo ao show do Gotan Project? Topei na hora! Pela amiga, pelo blog e pela curiosidade. Se você me perguntasse, honestamente acho que não pagaria para ver o show deste grupo, pois não é muito meu estilo de música (de fato nem estava no menu esquerdo do blog, de shows que eu iria ou vou). Já tinha visto o Bajofondo em um festival em SP em 2010 e não tinha gostado muito (não sei se pela música ou pelo fato de uma banda deste gênero estar num festival com música que não combinava). Enfim, resolvi conhecer o Gotan Project enão paguei pra ver.
O show foi no Via Funchal, com mesas e cadeiras e não estava muito cheio. Marcado para começar às 22 horas, neste horário começou o show de abertura. Deixo minha crítica aqui: organizadores, deixem claro que se o evento começa às 22, o que começa neste horário: banda de abertura e qual é ela ou se o evento principal.
Enfim, às 22 horas começou o show de abertura de Marcelo Jeneci e banda. Bons músicos, músicas bem tocadas, mas pra mim: chaaaaaaaaaato! Som muito regional! E vamos combinar: não é porque a noite é de tango, que qualquer banda com sanfona, arcodeon ou coisa que o valha combina. Ponto alto para Marcelo e sua banda tocando 'Amado', música que ele compôs com a Vanessa da Mata e que fez sucesso na voz dela (vídeo lá embaixo).
Na sequência Gotan Project. Eu achei que conhecia uma música e na verdade a senhorita Menegatti me informou que na verdade a tal música (que eu acho chata pacas) é do Bajofondo. O show começou e começa devagar. Eu cansado do dia cheio de eventos que tive, sentado, estava prevendo uma longa noite com sono. Então comecei a focar e fazer vídeos e fotos boas do show (objetivo quase não alcançado devido a qualidade daquele que manejava a máquina, eu!).
Na terceira música, uma coisa mais dançante! E vejam só: curti muito! Balada começando, eu me animando, galera levantando para dançar. Não deu outra e sugeri que fôssemos dançar e fomos eu e Jana. E achei o show bom, viu?
Listo aqui os pontos que me fizeram curtir o show:
- Apresentação: todos muito bem caracterizados, homens e mulheres, e a postura no palco que deixava claro que estávamos num show de tango, mas que havia algo de moderno ali.
- Iluminação: toda a iluminação do show dá o tom da apresentação e acerta em cheio o clima da coisa.
- Músicas: entre tangos bem tocados que agradam em cheio aos mais velhos e aos admiradores do estilo, batidas dance bem encaixadas fazem todo mundo dançar.
- Vocalista: a vocalista é muito sexy! Vale a pena só pra vê-la dançar as batidas! :)
No final, com a banda convocando a todos para dançar na frente do palco, tive a certeza de que fiz certo em ir ao show e de conhecê-los melhor. Gostei e voltaria a vê-los facilmente! E parabéns ao Gotan Project por achar uma forma moderna de manter vivo um estilo de música antigo.
O convite veio naquelas: você que agora tem um blog de show não quer ir comigo ao show do Gotan Project? Topei na hora! Pela amiga, pelo blog e pela curiosidade. Se você me perguntasse, honestamente acho que não pagaria para ver o show deste grupo, pois não é muito meu estilo de música (de fato nem estava no menu esquerdo do blog, de shows que eu iria ou vou). Já tinha visto o Bajofondo em um festival em SP em 2010 e não tinha gostado muito (não sei se pela música ou pelo fato de uma banda deste gênero estar num festival com música que não combinava). Enfim, resolvi conhecer o Gotan Project e
O show foi no Via Funchal, com mesas e cadeiras e não estava muito cheio. Marcado para começar às 22 horas, neste horário começou o show de abertura. Deixo minha crítica aqui: organizadores, deixem claro que se o evento começa às 22, o que começa neste horário: banda de abertura e qual é ela ou se o evento principal.
Enfim, às 22 horas começou o show de abertura de Marcelo Jeneci e banda. Bons músicos, músicas bem tocadas, mas pra mim: chaaaaaaaaaato! Som muito regional! E vamos combinar: não é porque a noite é de tango, que qualquer banda com sanfona, arcodeon ou coisa que o valha combina. Ponto alto para Marcelo e sua banda tocando 'Amado', música que ele compôs com a Vanessa da Mata e que fez sucesso na voz dela (vídeo lá embaixo).
Na sequência Gotan Project. Eu achei que conhecia uma música e na verdade a senhorita Menegatti me informou que na verdade a tal música (que eu acho chata pacas) é do Bajofondo. O show começou e começa devagar. Eu cansado do dia cheio de eventos que tive, sentado, estava prevendo uma longa noite com sono. Então comecei a focar e fazer vídeos e fotos boas do show (objetivo quase não alcançado devido a qualidade daquele que manejava a máquina, eu!).
Na terceira música, uma coisa mais dançante! E vejam só: curti muito! Balada começando, eu me animando, galera levantando para dançar. Não deu outra e sugeri que fôssemos dançar e fomos eu e Jana. E achei o show bom, viu?
Listo aqui os pontos que me fizeram curtir o show:
- Apresentação: todos muito bem caracterizados, homens e mulheres, e a postura no palco que deixava claro que estávamos num show de tango, mas que havia algo de moderno ali.
- Iluminação: toda a iluminação do show dá o tom da apresentação e acerta em cheio o clima da coisa.
- Músicas: entre tangos bem tocados que agradam em cheio aos mais velhos e aos admiradores do estilo, batidas dance bem encaixadas fazem todo mundo dançar.
- Vocalista: a vocalista é muito sexy! Vale a pena só pra vê-la dançar as batidas! :)
No final, com a banda convocando a todos para dançar na frente do palco, tive a certeza de que fiz certo em ir ao show e de conhecê-los melhor. Gostei e voltaria a vê-los facilmente! E parabéns ao Gotan Project por achar uma forma moderna de manter vivo um estilo de música antigo.
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